Máscara obrigatória, menos fiéis e regras afixadas à entrada. Os detalhes do regresso das missas a partir de 30 de maio

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A máscara será de uso obrigatório e só se pode retirar no momento de comungar. Os doentes e elementos de grupos de risco não deverão ir à missa. As igrejas terão de ter cartazes afixados com as regras de segurança e higiene. Os lugares deverão ser marcados de modo a que seja respeitada a obrigatoriedade de apenas estar uma pessoa por cada 4 metros quadrados — implicando isso uma redução na lotação das igrejas. Estas são algumas das regras determinadas pela Conferência Episcopal Portuguesa para a forma como será feita a retoma das missas a partir do último fim de semana de maio.

De acordo com um documento de nove páginas publicado na passada sexta-feira, a Igreja Católica aconselha ainda a que, sempre que possível, os padres organizem missas no exterior e designem pessoas especificamente para apoiar qualquer participante que se sinta mal durante a celebração. Também fica proibida a distribuição de folhas de cânticos ou guiões para acompanhar as celebrações e não vão circular recipientes para o ofertório — quem quiser contribuir, pode deixar a esmola num recipiente colocado à saída da igreja.