Cerco sanitário ao Porto? Câmara deixa de reconhecer autoridade à DGS

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A Câmara Municipal do Porto afirma, através de comunicado, que “não foi informada nem aceita” a implementação de um “cerco sanitário” no concelho, que “seria extemporâneo”. A autarquia liderada por Rui Moreira reage assim às palavras da diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, que na passada segunda-feira revelou que a implementação dessa medida “está a ser equacionada”.

A autarquia considera que esta é “uma medida inútil e extemporânea” e que foi equacionada sem ouvir as entidades envolvidas. Por isso, “deixa de reconhecer autoridade à Diretora-Geral da Saúde e entende que as declarações se tratam de um lapso seguramente provocado por cansaço”.