Eutanásia. “Pedido para paliativos chega muitas vezes a 24h da morte”

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Chocada com a discussão sobre a eutanásia quando não foi feito ainda todo o investimento e debate sobre cuidados com qualidade em vida, a Irmã Paula Carneiro, que acompanha a área dos cuidados paliativos na unidade de saúde das Irmãs Hospitaleiras situada na Idanha, concelho de Sintra, denuncia: há camas destinadas a cuidados paliativos que ficam vazias durante dias por causa da burocracia e do mau funcionamento do sistema.
Em declarações à Renascença, Paula Carneiro revela que “cerca de 70% da população a precisar de cuidados paliativos não chega a ser referenciada”.