Espinho diz que Governo se contradiz ao permitir molhe em Leixões sem avaliar efeitos

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O presidente da Câmara de Espinho acusou o Ministério do Ambiente de contradizer as suas próprias políticas ao permitir a construção do novo molhe do Porto de Leixões sem medir efeitos dessa obra nos territórios a sul.

As críticas de Joaquim Pinto Moreira dirigem-se também à Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), que, apesar de alertada para as consequências da empreitada na orla costeira de Espinho e outros concelhos, elaborou uma Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) que, segundo o autarca, “não inclui uma palavra sobre os municípios a sul” do novo quebra-mar.