A (in)felicidade humana

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Por onde quer que passemos somos invadidos por imagens de ideais de felicidade. Os ídolos dos tempos modernos – sejam eles estrelas de cinema ou os tais dos influenciadores – parecem levar vidas perfeitas: têm a aparência, o dinheiro e o ócio que tantos desejavam ter. A estes juntam-se uns tantos “treinadores” dispostos a ensinarem-nos todos os truques e dicas para vivermos a vida dos nossos sonhos e, desse modo, sermos felizes. E ainda temos os anúncios publicitários, mestres em mexer com os mais profundos desejos humanos, sempre a oferecer-nos tudo que precisamos para sermos felizes: conduzir o carro X, usar a roupa Y, viajar para o destino paradisíaco Z, etc.

Pelas redes sociais famosos e incógnitos partilham fotos da sua felicidade, seja ela naquelas férias num qualquer local invejável, no prato de comida mais apetecível (e saudável, já agora), nas declarações de amor apaixonadas no Dia de S. Valentim e em tantos outros “pontos altos” da vida. Vidas felizes, portanto. Mas, no meio de tanta felicidade pergunto-me: onde está a vida real?

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