2019 foi «ano de mártires» para os cristãos

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O presidente internacional da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (FAIS), Thomas Heine-Geldern, afirmou que 2019 foi “um ano de mártires” e pediu às organizações internacionais que defendam a liberdade religiosa como um “direito fundamental”.

“Muito pouco está ainda a ser feito”, afirma o responsável internacional num comunicado da FAIS, dirigindo-se à União Europeia e à Organização das Nações Unidas. Para Thomas Heine-Geldern, “é difícil acreditar que num país como a França se tenham registado mais de 230 ataques contra organizações cristãs durante o ano passado” ou que 40 igrejas tenham sido profanadas e danificadas no Chile.