“O pior ainda está para vir”, diz especialista sobre a Amazónia

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A Amazónia brasileira perdeu, nos primeiros 26 dias de agosto, mais de 1.100 quilómetros quadrados de área. Só para se ter uma ideia da área ardida, imagine o equivalente a dois Algarves e junte-lhe a Área Metropolitana de Lisboa. E isto, só na Amazónia brasileira.

Tasso Azevedo, engenheiro florestal e ambientalista, ouvido pelo jornal “O Globo”, garante: “O pior ainda está para vir”. A época de queima ainda não terminou e a maior parte das áreas consumidas pelas chamas, até agora, são zonas desmatadas em abril, maio e junho, explica o especialista.

Além disso, o desmatamento não parou. Entre julho e agosto os sistemas de monitorização do Governo detetaram um grande aumento na destruição da floresta, de acordo com o Globo, e essas zonas ainda não foram incendiadas.