Substâncias no ar das escolas podem potenciar asma e obesidade

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Um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto concluiu que a presença, no ar das salas de aula, de substâncias que provocam alterações hormonais, pode originar o desenvolvimento de asma e obesidade nas crianças.

A investigadora Inês Paciência explicou que o estudo, iniciado em janeiro de 2016, teve como objetivo “analisar o efeito dos disruptores endócrinos”(substâncias que provocam alterações hormonais no organismo e que estão presentes em alguns produtos de limpeza, mobiliário e construção de edifícios) em crianças entre os 7 e 12 anos.

O estudo analisou a qualidade do ar interior de 71 salas de aula de 20 escolas primárias do Porto e a prevalência de sintomas relacionados com asma e obesidade em 845 crianças.