Crónica de Ano Novo

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Feliz Ano, Caros Amigos!
Que o Menino Deus, cujo “aniversário natalício” acabamos de comemorar, faça brilhar sobre nós a Sua Pace, nos seja favorável e nos abençoe na Paz!
Que a Mensagem trazida ao Mundo pelos Anjos, na noite mais santa… “Glória a Deus lá nas Alturas e paz na Terra aos Homens por Ele amados” se concretize ao longo dos 365 ou 366 dias que o Ano tem!
Que Todos se realizem na Vida e sejam Felizes!

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São estes geralmente os nobres sentimentos manifestados aos Irmãos de forma particular ao soarem as doze badaladas na noite de São Silvestre.

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Terminado o “folclore” da Passagem de Ano, tradicional de cada país, de cada povo, segundo costumes ancestrais; curados os excessos na comida e na bebida; uma “calma” invade os lares.

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Parece estarmos a fazer “o Balanço entre o Deve e o Haver”, uma análise do que realizamos e o que aspiramos venha a acontecer-nos e aos outros, nos tempos mais próximos.

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Determinado dia de Janeiro, passados já OS REIS, decidimos voltar ao palco da Vida, onde somos protagonistas, para mais uma temporada… cheios de energia… sonhos…

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Porém, o cenário não é dos melhores, como logo verificamos.
Aqui e além reina a Opressão… a Revolta… a Guerra Declarada ou Camuflada entre Famílias… Sociedades… Países…
Por motivos legítimos ou não, estala um pequeno conflito, aproveitado pelos oportunistas de todos os tempos, a fim de se tornarem importantes… defensores acérrimos da honra ferida…
Das Palavras, passamos aos Actos!
Eis a Guerra em pequena ou grande dimensão!
Todos têm Razão!
Ai de quem se atrever a contrariar a opinião geral!
É logo Ostracizado!… Inimigo a abater!

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A Guerra, como afirmou alguém, é “a Mãe de Todas as Pobrezas”!
Compromete a permanência humana na Terra — a nossa Casa Comum — causa danos irreversíveis à Natureza… destrói o Património Edificado, testemunha de civilizações milenares… espalha a Fome… a Morte…
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Que fazer, então ?
Abandonar o Palco, juntando-nos aos muitos que “vegetam” ao sabor da corrente, sem vontade própria?
— NÃO! — respondem-nos o Coração e as Gerações anteriores.

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É Urgente fazer Algo, por mais Insignificante que nos pareça!

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Alistemo-nos, Caros Amigos, na “Força Desarmada da Paz”!

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Para começar, procuremos Criar um ambiente salutar… de confiança mútua… ajuda… diálogo… tolerância… partilha… em casa… na família… no local de trabalho… na zona onde vivemos…; independentemente da raça… credo…. cultura…

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Longe vai o Tempo das Grandes Manifestações… dos Movimentos de Massas… eficazes no Passado… mas que Nada dizem ao Homem do século XXI… nem satisfazem minimamente as suas aspirações.

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Que gratificante seria se regressássemos às Comunidades de Base… onde Todos se conheciam… amavam… partilhavam Alegrias e Tristezas… como nos narra Lucas nos Actos dos Apóstolos, levando os gentios a dizer:
“— Vêde, como eles se Amam”!

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Ultrapassada esta primeira barreira; com as naturais dificuldades, pois trata-se de um processo longo… paciente… construtivo…; pensemos nas Freguesias… nos Concelhos… escolhendo os Irmãos mais Capazes para coordenarem os projectos aprovados, visando o Bem Colectivo… demos-lhes a colaboração possível e… confiemos em Deus.

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“— Não tenhais medo!… Abri as portas a Cristo!” — continua a dizer-nos o grande João Paulo II, de saudosa memória.

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“— Aprendei de Mim, que sou Manso e Humilde de Coração!” — segreda-nos o Príncipe da paz!

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“SENHOR, FAZEI DE MIM, INSTRUMENTO DA VOSSA PAZ!
……………………………..”.

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FELIZ ANO PARA TODOS!