Armistício. Macron diz que nacionalismo não é patriotismo

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Mais de 60 chefes de Estado e outros dignitários reuniram-se em Paris para assinalar o Armistício da I Guerra Mundial e Emmanuel Macron aproveitou a ocasião para alertar sobre o renascimento dos “velhos demónios”. Com Donald Trump e Vladimir Putin na primeira fila, o presidente francês garantiu que o “patriotismo é o exato oposto do nacionalismo. O nacionalismo é a sua traição”.

Apelando aos seus pares para que resistam “ao fascínio pela retirada, pela violência e a dominação”, Macron fez o elogio da união como força: “Juntos, podemos afastar essas ameaças que são o espetro do aquecimento global e a degradação da nossa natureza, a pobreza, a fome, a doença, as desigualdades, a ignorância”.